quinta-feira, 5 de maio de 2011

Como proteger condomínios e empresas da criminalidade

DICAS DE SEGURANÇA »Como proteger condomínios e empresas da criminalidade Antigamente, a maioria dos crimes era praticado nas ruas, mas, na atualidade, é cada vez maior o número de quadrilhas organizadas que invadem prédios, empresas, shopping centers e empreendimentos de grande porte, burlando frágeis esquemas de segurança. No início de abril, um crime chocou o país. O engenheiro Juliano Simões, estava no saguão do Transamérica Flat, na Alameda Lorena, realizando check in, quando um bandido surgiu de arma em punho, e tentou roubar sua bagagem. Ele reagiu, sendo baleado na região do abdômen. O engenheiro foi socorrido no Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos. Em fevereiro, um grupo fortemente armado invadiu, durante a madrugada, o depósito do hipermercado Carrefour, no shopping Anália Franco, zona leste de São Paulo. Cerca de 15 funcionários do Carrefour foram feitos reféns. Segundo a polícia, a quadrilha formada por 15 homens, entrou pela porta dos fundos e encheu dois caminhões com mercadorias. Somente na última semana de março, três condomínios de luxo localizados nos bairros de Moema, Itaim Bibi e Jardim Paulistano, sofreram o famigerado arrastão, e nenhum bandido foi preso. Milhares de famílias deixaram amplas casas e migraram para apartamentos em busca de segurança. Empresários e comerciantes, cada vez mais optam por abrir negócios em escritórios verticais e shopping centers, em busca de tranqüilidade para exercer suas atividades. A marginalidade organizada identificou essas mudanças e também alterou seu modo de atuação. Perceberam que a maioria dos prédios residenciais e comerciais, supermercados e shopping centers, não conseguem gerenciar esquemas de segurança capazes de inibir a ação das quadrilhas especializadas. Qual a estratégia correta, para os que moram em um condomínio ou montaram seus negócios dentro de grandes empreendimentos comerciais, quando o tema é segurança? A solução definitiva é o que chamo de Sistema Integrado de Segurança (SIS), que é composto de 11 itens: 1) Análise de risco globalizada; 2) Instalação de equipamentos de forma racional, observando-se o posicionamento ideal; 3) Manual de procedimentos com foco em prevenção ; 4) Capacitação contínua dos profissionais de segurança (porteiros, vigilantes, supervisores, entre outros); 5) Monitoramento interno e externo de sinal de pânico; 6) Monitoramento interno e externo de imagens; 7) Treinamento de conscientização em segurança para usuários do sistema; 8) Auditoria constante; 9) Plano de Contingências; 10) Interação com a comunidade; 11) Integração dos sistemas de segurança.

A importância do CFTV para condomínios

A importância do CFTV para condomínios O assassinato do Coronel Ubiratan nos traz uma série de reflexões em relação às providências que devemos tomar em relação à segurança de prédios residenciais e comerciais. Para o Delegado Armando de Oliveira Filho, "o caso está 100% esclarecido", imputando a autoria do crime à namorada da vítima, Carla Cepollina, que foi indiciada formalmente por homicídio duplamente qualificado. Na qualidade de pesquisador criminal e especialista em segurança, estive no local dos fatos e notei que o prédio onde residia o Coronel Ubiratan não possui câmeras para monitoramento de imagens, nem sistema de controle de acesso de pessoas, veículos e mercadorias. A ausência de equipamentos de segurança acabou dificultando o trabalho investigativo, pois não há registro das imagens da advogada Carla nas áreas comuns do edifício, e os próprios porteiros se confundiram em relação aos horários em que ela teria entrado e saído. Por outro lado, a polícia civil teve acesso às imagens geradas pelo sistema de CFTV do condomínio onde ela mora, identificando assim as vestes que usava naquela oportunidade ao sair e chegar a seu prédio. Como diz o antigo provérbio: “Uma imagem vale por mil palavras”. O registro e a visualização de pontos estratégicos ampliam sobremaneira a segurança de uma propriedade, permite reconhecimentos e registra o fato como ocorreu, valendo até como prova criminal. Muitas são as vantagens do Circuito Fechado de Televisão (CFTV). • Vantagens do CFTV: 1) Visualiza, monitora e grava imagens de diversos ambientes ao mesmo tempo; 2) Fator psicológico de dissuasão, pois o marginal sabe que está sendo vigiado e suas imagens armazenadas; 3) Inibe a ação de invasores, depredadores, pichadores e pessoas mal intencionadas; 4) Manutenção barata; 5) Facilita o trabalho de pronta resposta (polícia e vigilância particular) fornecendo pormenores do crime que está ocorrendo no condomínio; 6) Auxilia sobremaneira no controle de acesso de pessoas, mercadorias e veículos; 7) Integração com sistemas de alarmes; 8) Acesso às imagens pela Internet; 9) Monitoramento e fiscalização dos procedimentos de segurança praticados por funcionários e moradores.

Carro clonado e arrastão nos prédios

DICAS DE SEGURANÇA » Carro clonado e arrastão nos prédios Tenho dito constantemente que a marginalidade está voltando suas garras para os condomínios residenciais e comerciais. Bancos, transportadoras, grandes empresas e famílias abastadas, fizeram investimento pesado em segurança e obtiveram resultados excelentes, ou seja, diminuíram tremendamente o risco de uma abordagem criminosa. Os bandidos, que se utilizam sempre da lei do menor esforço, percebendo as dificuldades geradas pelas entidades acima, resolveram encetar esforços em outras bandas, mais vulneráveis. Preste bastante atenção no assalto que ocorreu recentemente no bairro do Morumbi (São Paulo), num prédio de luxo: o veículo Peugeot com placas clonadas de um morador, chega à garagem do edifício. O porteiro confere a placa e o modelo do carro (com insulfilm) e abre o portão. Os marginais tem acesso ao interior da garagem e sobem rapidamente a portaria, que estava com a porta destravada. Os criminosos abrem o portão de entrada para os outros integrantes da quadrilha que portavam fuzis e metralhadoras. Em seguida, renderam o zelador que abriu a porta de seu apartamento inadvertidamente. Os bandidos se dividiram em três grupos. Um ficou na portaria, vigiando a rua. Outro grupo vigiava as pessoas mantidas como reféns no apartamento do zelador e os demais invadiam os apartamentos. A quadrilha permaneceu três horas no condomínio, roubando pertences de 15 famílias, das 26 que vivem no prédio. Quantas falhas na segurança, o amigo leitor identificou no caso relatado? Muitas é claro. Na verdade, os criminosos tomaram ciência da fragilidade do esquema de segurança e armaram o bote. Foi uma atuação cirúrgica, feita por profissionais. Entendo piamente que esse crime poderia ter sido evitado, com medidas simples e eficazes. É fundamental que os prédios tenham os dois portões na garagem, conhecidos popularmente como gaiola. Depois de várias pesquisas que realizei com minha equipe de especialistas criamos uma sistemática segura: ao chegar da rua, o morador conduzindo seu carro deve ter um controle remoto que aciona a abertura do primeiro portão e também emite um sinal para um aparelho na portaria avisando o número do apartamento do morador e o veículo que está chegando. O carro entra no edifício mas fica "preso" a uma gaiola, pois o segundo portão será aberto, apenas pela portaria e após feito o controle de acesso. Uma câmera deverá estar direcionada para o motorista e passageiros, focando a imagem através do pára-brisa do veículo. É de se lembrar que o controle remoto do morador pode ter dispositivo que aciona sinal de pânico na portaria se o veículos estiver ocupado por marginais. A partir daí, o condutor estará sendo monitorado pelo sistema de câmeras e ao constatar qualquer suspeita o porteiro acionará o alarme (avisando o zelador e síndico) e a polícia que fará a averiguação no local. Com essas simples medidas gera-se extrema segurança no controle de acesso da garagem, e os moradores deixam de correr riscos desnecessários.

Controle de acesso em dias de festa no edifício O trabalho do porteiro fica prejudicado, toda vez que algum morador promove algum tipo de festa ou reu

Controle de acesso em dias de festa no edifício O trabalho do porteiro fica prejudicado, toda vez que algum morador promove algum tipo de festa ou reunião em seu apartamento ou em local específico (salão de festas). Vamos imaginar que cerca de 50 pessoas foram convidadas, partindo do principio que nem todos tem a mesma pontualidade. Nesses casos, algumas providencias devem ser tomadas pelo organizador da festa, normalmente o aniversariante: Após fazer a reserva do salão de festa ou comunicar com antecedência a reunião em seu apartamento, o morador deve fornecer o quanto antes ao sindico uma relação dos convidados (nome completo) No dia do evento, é importante que o organizador ou familiar esteja presente na portaria, auxiliando o porteiro no controle de acesso, pois é comum que pessoas não relacionadas na lista, compareçam para a festividade. Na impossibilidade de alguém permanecer na portaria, é de suma importância que o condomínio disponibilize ao organizador da festa um radio HT para facilitar a comunicação com a portaria. É fundamental que o organizar da festa (morador) contrate dois seguranças ou mais (através de empresa idônea de vigilância), dependendo do numero de convidados, para auxiliar o porteiro no controle de acesso dos convidados e reforçar a segurança do condomínio. Devemos ressaltar que em festas onde há uso de bebida alcoólica, confusões podem acontecer e se não contarmos com o auxilio de seguranças, a festividade pode acabar em tragédia. Fonte:

Quais as principais falhas encontradas nos prédios assaltados? As principais falhas são:

Quais as principais falhas encontradas nos prédios assaltados? As principais falhas são: 43% - Despreparo ou displicência do porteiro 26% - Desatenção do morador 21% - Falta de equipamento adequado de segurança 10% - Inoperância do equipamento de segurança Os dados obtidos acima são resultado da análise de 40 prédios invadidos entre 2004 e 2006 no estado de São Paulo. Percebe-se claramente a importância de ter um funcionário treinado e capacitado e também do papel fundamental exercido pelos moradores, em todo processo para obtenção de segurança no condomínio. Fonte:

Quais as principais falhas encontradas nos prédios assaltados? As principais falhas são:

Quais as principais falhas encontradas nos prédios assaltados? As principais falhas são: 43% - Despreparo ou displicência do porteiro 26% - Desatenção do morador 21% - Falta de equipamento adequado de segurança 10% - Inoperância do equipamento de segurança Os dados obtidos acima são resultado da análise de 40 prédios invadidos entre 2004 e 2006 no estado de São Paulo. Percebe-se claramente a importância de ter um funcionário treinado e capacitado e também do papel fundamental exercido pelos moradores, em todo processo para obtenção de segurança no condomínio. Fonte:

Os disfarces dos ladrões Conheça os disfarces dos ladrões, o modus operandi nas invasões a prédios e os golpes mais freqüentes.

Os disfarces dos ladrões Conheça os disfarces dos ladrões, o modus operandi nas invasões a prédios e os golpes mais freqüentes. 1) Funcionário de Concessionária: o marginal, trajando roupas características de concessionárias de serviço público (água, energia elétrica, telefone, gás) pleiteia fazer reparos internos no condomínio. Sempre alegando estar com pressa, o malandro força o porteiro abrir o portão, sem nenhum tipo de verificação. É do conhecimento de todos que as concessionárias estão evitando ao máximo, reparos no interior de prédios ou casas. A visita para conserto pode ocorrer em algumas situações, mas tem que ter a solicitação anterior do morador e agendamento da data da visita, sempre com previsão de horário. Desta forma, caberá ao condômino, agendar a visita e comunicar imediatamente a portaria a data, horário e tipo de conserto a ser realizado. No dia da visita o porteiro terá que tomar todas as providências de praxe: - comunicar o morador da chegada do prestador de serviço. Se o morador não estiver no apartamento ou não tiver deixado representante, não será permitida a entrada do funcionário; - solicitar documento pessoal com foto do funcionário e crachá da empresa, para registro de entrada. Na duvida, solicitar telefone do superior hierárquico da companhia para confirmação; - entrega de crachá de prestador de serviço; - no retorno, anotar horário de saída e recolher o crachá de identificação. 2) Carteiro: Falso carteiro alega ao porteiro que precisa entregar correspondência em mãos para um determinado morador. É bom esclarecer que o porteiro tem autonomia para receber correspondência ou encomenda via correio. As providencias serão as seguintes: - Entrar em contato com o morador pelo interfone para saber se ele esta esperando algo do correio. Se a resposta for afirmativa, deverá informar o que estava esperando receber (carta ou especificar encomenda) para ver se confere com o narrado pelo suposto funcionário do correio. Se todos os dados estiverem corretos, o porteiro solicita a presença do morador ou representante na portaria; - Se o prédio tiver apenas o portão principal de pedestre, o funcionário do correio permanecerá do lado de fora do prédio e terá que mostrar a distancia seu crachá de identificação. Na falta deste ou em caso de fortes suspeitas, o porteiro pode solicitar, pelo interfone que o solicitante informe o numero telefônico de sua chefia. Se tudo estiver confirmado, o porteiro solicita que o morador receba a encomenda ou envelope, por um vão aberto no portão principal ou pelo passa volumes instalado nesse mesmo portão. É de se frisar que o representante do correio permaneceu do lado de fora do prédio, todo o tempo; - Se o prédio contar com dois portões, formando a área de confinamento e também o passa volumes, o procedimento é diferente. Feita toda confirmação pelo interfone (fora do prédio), será aberto o primeiro portão para que o funcionário coloque a encomenda no passa volumes, juntamente com o papel para o morador efetuar a assinatura de recebimento. O porteiro irá passar o papel para o morador assinar e devolve-lo pelo passa volumes. Assim, o funcionário do correio poderá ir embora e o interessante é que em nenhum momento teve contato físico e nem visual com o porteiro e morador. 3) O Bem Vestido: A marginalidade já percebeu que o despreparo e a falta de treinamento dos responsáveis pelas portarias de prédios é gritante. O fato de uma pessoa estar bem vestida pode gerar confiança a um porteiro descuidado. Assim, o criminoso, muito bem trajado, percebendo a entrada e saída de veículos, em prédios que possuam apenas o portão principal da garagem e aproveitando do tempo de fechamento em razão da morosidade no mecanismo, entra a pé pela garagem, mostrando intimidade ao porteiro, que não desconfia de pessoa tão simpática e bem aparentada. 4) Entregador de Encomenda: Após conseguirem informação privilegiada de dentro do condomínio (ex: morador que guarda dinheiro ou jóias em casa) a quadrilha especializada consegue trajes característicos de entregadores e um dos integrantes simula a entrega para algum apartamento. O porteiro não faz nenhum tipo de triagem e abre o portão de entrada desavisadamente, tornando-se assim uma presa fácil dos marginais. 5) Falsa Doméstica: As Delegacias de Policia freqüentemente recebem dona de casa noticiando a subtração de jóias e pertences da família, praticada por falsa empregada domestica, que se aproveita da inocência da família, que não faz nenhum tipo de triagem, antes da contratação. Veja, no capitulo especifico sobre Como Contratar Um Empregado Com Segurança, quais as cautelas necessárias. Normalmente a falsa domestica apresenta-se com muita humildade e pede salário inferior da categoria. Rapidamente pega a confiança da família e apos poucos dias de trabalho, aguarda a saída da patroa para subtrair pertences valiosos. 6) Inundação Estranha: O marginal após adentrarem no condomínio tem o desafio de render os moradores que estão com suas portas fechadas e normalmente receber orientação de somente receber visita após liberação por parte da portaria. Desta forma, os criminosos bolaram um golpe que consiste em jogar água por debaixo da porta do morador, simulando uma inundação. O morador ou funcionário doméstico entram em pânico e acabam abrindo a porta para levantar a razão de tanta água e ai são rendidos facilmente. 7) Corretor de Imóveis: A engenhosidade dos criminosos não tem fim. Após obter dados de apartamentos para alugar ou vender, através das placas indicativas colocadas enfrente a condomínios, o meliante, com boa aparência, se traveste de corretor de imóveis e junto ao portão principal de pedestre solicita a chave com o porteiro para fazer uma vistoria na propriedade a ser comercializada. O inexperiente porteiro abre o portão, sem fazer as checagens devidas e com isso será dominada com tranqüilidade. Cabe ao porteiro solicitar ao corretor de imóvel seu registro no órgão de classe (Creci). Estando vinculado a uma imobiliária ou administradora de imóveis, o corretor deverá ainda apresentar documento que o identifique como funcionário. 8) Batida na Garagem: Quando o assalto a prédio tem como foco um único apartamento, em razão de informação privilegiada no tocante a guarda de dinheiro ou jóias, a preocupação dos marginais, após a rendição da portaria, é fazer com que a vitima abra a porta de seu apartamento. Uma das estratégias é obrigar o porteiro a interfonar para o morador, dizendo que outro morador bateu em seu carro na garagem. É natural que o morador fique preocupado com os estragados provocados em seu auto e abra a porta de seu apartamento, dirigindo-se a garagem. Ocorre que ao abrir a porta, já será dominado e obrigado a apontar onde esconde dinheiro e objetos de valor. 9) Falso Policial ou Fiscal: Marginais travestidos de policiais, fiscais, oficiais de justiça etc. tem usado dessas estratégias para ludibriar o porteiro, que normalmente se sente intimidado nessas situações. O porteiro inicialmente deve prestar atenção se a pessoa veio com carro oficial ou não e se puder anotar a placa. Jamais deve abrir a porta de entrada de imediato. Há de se faze inicialmente um longo levantamento, para confirmar a veracidade referente à profissão do visitante inesperado. A pessoa deve portar funcional e se desejar notificar ou falar com algum morador, deve apresentar documento oficial assinado pela chefia imediata.. A portaria não deve ceder à pressa do visitante. Quanto mais a pessoa ficar nervosa, o porteiro deve manter a calma e serenidade. Na duvida, deve-se pedir o telefone do órgão que tal pessoa esta lotada e nome do superior hierárquico, responsável por aquela determinação. Se o visitante fornecer o telefone, o porteiro deve ligar e conformar as informações ofertadas pelo visitante. O porteiro, através do interfone, deve sempre salientar que esta cumprindo ordens, pois senão perdera sem emprego. Deve salientar ainda que em razão de inúmeros noticiários que dão conta de invasões de prédios praticados por falsos policiais ou fiscais, a Comissão de Segurança do condomínio determinou rígidas normas para o controle de acesso de estranhos. Após consultar todos os dados oferecidos pelo visitante o porteiro deve solicitar o motivo da presença no edifício. Geralmente, o visitante vai solicitar a presença de algum morador. Em seguida o porteiro avisa o morador sobre os fatos, indagando se era do conhecimento do dele o motivo daquela visita inesperada. O morador ira decidir se consultara seu advogado ou não, antes de atender a portaria. Normalmente, o policial ou fiscal, desejam apenas fazer uma intimação ao morador. Se o prédio tiver apenas o portão de entrada, devera o morador atender o policial ou fiscal com a porta fechada, mantendo a conversa pelo vão das grades. Se houver o segundo portão, responsável pela área de confinamento, o condomínio deverá decidir se a intimação poderá ser feita nesse espaço confinado e cercado por grades. Nossa orientação é que devemos evitar ao Maximo a entrada de estranhos nas áreas comuns do prédio. Se houver a possibilidade do visitante ser atendido do lado de fora, deve ser feito dessa maneira.